Esquadrão Flecha - 6k Esquadrão Pif-Paf 7k

ABRA-PC NOTÍCIAS

(Número 78 - Ano XIV - jan/fev de 2010)




  

MENSAGEM DA DIRETORIA

ANO DO CENTENÁRIO DO BRIGADEIRO DO AR NERO MOURA

1910 - 2010

Em homenagem ao ex-Ministro da Aeronáutica, Comandante do 1º Grupo de Caça (Itália) e Patrono da Aviação de Caça Brasileira, o Comandante da Aeronáutica Ten Brig Ar JUNITI SAITO, Piloto de Caça – Turma 1966, exarou Ato Administrativo nominando o Ano 2010 como sendo o período destinado a comemorar o centenário do nascimento do nosso Eterno Comandante.

Iniciativa justa e alegremente recebida pela Comunidade dos Pilotos de Caça do Brasil que – irmanada – participará na sequência de atividades que comporão esse ano festivo, iniciado em 30 Jan 2010, data de nascimento do JAMBOCK 01.

Celebremos todos, pois!


 


ENDEREÇO

Praça Marechal Âncora 15-A (Prédio do INCAER)
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Tel: (Rio - 21) 2262-4304
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 (Nota do gerente do Sítio: não colocamos o símbolo "arroba" para evitar que "robôs eletrônicos" descubram o endereço para enviar "spams")

Nosso expediente de secretaria é nas segundas e quartas-feiras das 9:00h às 12:00h.
Nos demais horários deixe o seu recado "na eletrônica", ou transmita um fax. 


CB. AREINHA - 66B

 

Assessoria

 

AGENDA

  

24 de março

Aniversário do 1o/14o GAv (Pampa)

05 de abril

Aniversário do 2o/3o GAv (Grifo)

11 de abril

Aniversário do 1o Grupo de Defesa Aérea (Jaguar)


Aos Esquadrões aniversariantes os cumprimentos da ABRA-PC e nossos votos de ventos sempre favoráveis em todas as missões. Boas missões e bons pousos!



BATE-BOLA

 

  

 1 - FORMATURA DE NOVOS PILOTOS DE CAÇA:

A diretoria da ABRA-PC participou, no dia 04 de dezembro de 2009, da formatura de mais uma turma de pilotos de caça para a Força Aérea Brasileira. São mais 23 caçadores, ávidos para se realizarem como pilotos de combate e iniciando uma carreira que será pautada por tudo aquilo que os oficiais mais antigos demonstrarem para eles.

Pela vibração e entusiasmo demonstrados durante a formatura, nossa aviação de caça estará muito bem servida pelos próximos anos. São diamantes do mais alto quilate que deverão ser lapidados nos esquadrões operacionais da Amazônia onde, certamente, perceberão que a vida na caça exigirá em todos os instantes a mesma dedicação necessária no curso de seleção.

Nessa turma foi escolhido como “Estagiário Padrão” o 2o Ten Domingos Afonso de Moura Júnior, que recebeu da ABRA-PC o prêmio de uma viagem à Inglaterra para participar do Salão Aeroespacial de Farnborough.

  

2 - CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DO PATRONO DA AVIAÇÃO DE CAÇA:

Foi comemorado no dia 30 de janeiro, na Base Aérea de Santa Cruz, o centenário de nascimento do patrono da aviação de caça, Brigadeiro Nero Moura. A cerimônia foi presidida pelo comandante da aeronáutica, que se fez presente acompanhado de oficiais membros do Alto-Comando e de vários oficiais-generais. 'Logo' do Centenário do Brig.Nero MouraDurante a solenidade o comandante da aeronáutica, acompanhado da Sra Eleonora Maria Moura, filha do Brig Nero Moura, fez a aposição de uma "corbeille" de flores junto ao túmulo do patrono da caça, bem como o lançamento, por parte dos Correios, do selo comemorativo do centenário de nascimento do nosso patrono.Na ocasião, também, o comandante da aeronáutica informou que o Presidente da República aprovou a criação da Medalha Mérito Operacional Nero Moura, que se destina a premiar os comandantes de unidades aéreas que se destacarem no desempenho de suas funções.

Durante a solenidade foi lida a seguinte Ordem do Dia do Comandante da Aeronáutica: 

Centésimo Aniversário do Nascimento do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura

“Patrono da Aviação de Caça Brasileira”

Ordem do Dia

Brasília, 30 de janeiro de 2010.

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”

.Dentre essas pessoas, pode-se evidenciar aquele que, nascido em Cachoeira do Sul, no dia 30 de janeiro de 1910, teve sua vida moldada pela honestidade de propósitos, coragem moral e incondicional amor à Pátria. Esse foi o perfil de Nero Moura, Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça na Campanha da Itália, Ministro da Aeronáutica e Patrono da aviação de Caça.

Eis uma biografia que consolida a posição de um ilustre personagem da História do Brasil, ombreando-se, desde sempre, com os aguerridos defensores dos ideais democráticos. Coroa de Flores colocada junto ao túmulo de Nero MouraNo alvorecer da brilhante carreira militar, participou de eventos decisivos, a exemplo da Revolução Constitucionalista de 1932, quando realizou 61 missões reais nas operações que se desencadearam no Vale do Paraíba.

Mais tarde após ter atuado intensamente no processo de criação do Ministério da Aeronáutica, assumiu, em 1943, o Comando do 1o Grupo de Aviação de Caça. Ali, graças ao estilo pragmático e esclarecido de liderança, aliado ao engajamento dos seus jovens comandados, construiu uma unidade aérea coesa, vibrante de espírito, com aguçado senso de responsabilidade e capaz de suplantar todos os desafios inerentes a uma situação de conflito.

Em sua ordem do dia, na cidade de Tarquínia, Itália, no início das atividades do “Senta a Púa” na Guerra, traduziu em palavras todo o sentimento de patriotismo, desprendimento e coragem que emoldurava aquele jovem e seleto grupo, afirmando:“Cumpre-nos tudo enfrentar, com fortaleza e ânimo, a fim de manter intacto esse tesouro jamais violado: a honra do soldado brasileiro! E nós o faremos, custe o que custar!

”Naquele contexto, excepcional foi o desempenho de Nero Moura como Comandante. Não obstante às multifacetadas dificuldades, conseguiu conduzir seu grupo com reconhecida eficiência, tornando-o uma das mais respeitadas unidades de combate no Teatro de Operações do Vale do Pó. Ademais, demonstrou, de forma inconteste, seu destemor e competência profissional, servindo de exemplo e estímulo aos pilotos menos experientes, ao cumprir, pilotando o P-47 – o saudoso “Trator Voador” – 62 missões de combate, às quais agregaram-se tantas outras de patrulha no Teatro de Operações do Atlântico Sul. selo postal comemorativo pelo Centenário de Nero MouraDe maneira brilhante, a missão do 1o Grupo de Caça foi cumprida e um legado de fibra, idealismo e crença nos legítimos conceitos da democracia foi esculpido no altar que acolheu os companheiros imolados em defesa dos sagrados princípios desta terra de Santa Cruz.

Por outro lado quando, em 1950, o Brigadeiro Nero Moura recebeu a incumbência de Comandar a Aeronáutica, desempenhou suas atribuições com firmeza de atitudes, entusiasmo na alma e altruísmo no coração, impulsionando a aeronáutica na direção do contínuo aprimoramento para bem servir o País.

De forma singular, mesmo após declinar do cargo de Ministro da Aeronáutica, em 1954, e dedicar-se à vida civil, conseguiu conservar estreita ligação de amizade com os companheiros de Guerra, através de concorridas reuniões em sua residência, mantendo a união do grupo com seu arraigado espírito de liderança. Medalha Mérito Operacional Nero MouraComo demonstração do reconhecimento do Comando da Aeronáutica, tais valores, forjados no calor do combate, serão perpetuados com a instituição de “Medalha Mérito Operacional Brigadeiro Nero Moura”, conferida aos comandantes de unidades aéreas, com o intuito de enaltecer a figura, sem par, do Líder e do Comandante Operacional.Prezados companheiros.

Hoje comemoramos, com reverência e perfeito senso de justiça, o centenário do nascimento do insigne brasileiro, que dedicou a vida em prol do engrandecimento da Instituição a que serviu com amor, zelo e profissionalismo – a Força Aérea Brasileira.

Ao enaltecer os atributos e virtudes do Brigadeiro Nero Moura, conclamamos os homens e mulheres que envergaram o azul a revigorarem suas energias, mantendo o inabalável compromisso com os destinos da Força, unidos em torno do projeto de desenvolvimento desta pujante Nação.

Que seus valiosos ensinamentos sirvam de Norte para nossas atitudes e que, por eles inspirados, permanecemos coesos no propósito de seguir inabaláveis na construção e consolidação de uma Força Aérea moderna, forte, capaz e, sobretudo, digna da nobre responsabilidade de manter incólume a soberania nos céus desse imenso e querido Brasil.



  

Juniti Saito – Tenente-Brigadeiro-do-Ar
Comandante da Aeronáutica
Piloto de Caça – Turma de 1966

 

3 -CORRESPONDÊNCIA ELETRÔNICA RECEBIDA(1):

Recebemos do 1o Ten Rodolfo Moura a seguinte correspondência:

Resposta ao título no 24 do Fórum do site da ABRA-PC: Resposta à carta aberta do Cel Luiz Roberto – “A História recente do cancioneiro, como eu a vi” – Do Maj Av Ronconi.

Bom dia/tarde a todos da ABRA-PC. Gostaria apenas de responder, informalmente, a essa história observada por mim no fórum da ABRA-PC e que por um lado me entristeceu, pois não é esta verdade decadente com relação aos novinhos que impera no 2o/3o GAv – GRIFO. Sei que não sou nenhum antigão, muito menos sou comandante do 2o/3o GAv porém apenas queria expor o lado dos novinhos que fizeram ou fazem o curso de liderança de esquadrilha de caça nessa unidade da Amazônia ocidental.

Queria expor a todos que, ao menos da parte do 2o/3o, temos nos esforçado deveras para cultuar as tradições da caça em todas as ximbocas realizadas no esquadrão. Em que pese elas serem nas quintas-feiras, isso não é desculpa para ir embora cedo para casa ou mesmo não comparecer as ximbocas. No Grifo nós não costumamos terminar uma ximboca sem antes ter passado pela maioria das músicas do cancioneiro (obviamente decoradas após incessante cantoria), e “coroando” com a ópera da Fuga do Danilo Moura.

Por uma sorte nossa, temos no nosso esquadrão excelentes oficiais mais antigos, que não mediram esforços para difundir a tradição entre os novinhos, em que eu me incluo como novinho. Cap Nishio, Cap M. Lima, e Ten Cel Carlos Alberto são os maiores entusiastas do momento, porém tivemos “escola” graças a outros grandes que passaram por aqui e que foram do Grupo, quais sejam: Ten Cel Augusto César, Maj Macedo, Cap Pedra entre outros. No último ano tivemos a presença também do Ten Cel Hipollito que, apesar de servir na Base, sempre está presente em todas as ximbocas até acabar a cerveja (da cidade).

No último ano então acabou que virou uma febre entre todos os tenentes a moda de cultuar as tradições, sendo que até aqueles mais “acanhados” (poucos) hoje em dia pelo menos acompanham as músicas. A maioria sabe da história dos veteranos, ou no mínimo assistiram ao filme “Senta a Pua”, até mesmo tenente não-aviador sabe o cancioneiro (pasmem!!).

Então vejo dentro do 2o/3o GAv um clima de muita alegria em participar das ximbocas. Confesso que na minha época do 2o/5o GAv havia um estranho sentimento (que hoje em dia acho repugnante) de que era “perda de tempo” ficar em ximboca, ou existiam aqueles anacreontes que queriam ficar na ximboca para “filar a bóia” da quinta.

Houve um momento (antes da RAC) que o Capitão Nishio até quis criar uma provinha para testar os conhecimentos sobre a caça do pessoal que iria pra reunião, mas não precisou, visto que ele percebeu que todos estavam “transpirando” cancioneiro. O que ficou apenas é uma prova para os novinhos recém-chegados do Joker. Mais importante que as provas de ITA de readapte ao A-29, é ver o nível de conhecimento sobre as tradições da caça. Obviamente.

Por fim, deixo minha EXTREMA SATISFAÇÃO de ter servido com tão nobres companheiros no 2°/3° GAv, tivemos a sensação de dever cumprido quanto às tradições, aqui graças a Deus aprendi a gostar mais do 1o GAvCa e de VIBRAR ao ser escalado para participar de uma RAC (no ano de 2009 tive a extrema satisfação de lançar bombas na demonstração operacional). Esse ano o Grifo não fez feio na reunião. Acredito que cultuar as tradições é uma maneira excelente de lembrar a célebre frase:

“NÃO SOMOS MELHORES NEM PIORES, APENAS DIFERENTES.”

Muito obrigado pela atenção.



1o Ten Av Rodolfo – GRIFO 128
Recém líder de esquadrilha
Piloto de Caça – Turma de 2007


Resposta da ABRA-PC:
Prezado Tenente Rodolfo, Nobre Caçador

Recebemos sua mensagem em questão, relativa ao fórum 24 do site da ABRA-PC.

Ficamos extremamente felizes com a sua manifestação, à qual daremos publicidade a todos os associados no próximo boletim a ser enviado em Fev 2010. É reconfortante para nós, velhos caçadores, verificarmos que as tradições do passado continuam cada vez mais vivas no seio dos novos caçadores, não apenas por conta da sua mensagem mas, também, por verificarmos tal fato pessoalmente em todas as cerimônias e encontros a que temos a honra de participarmos.

Agora mesmo, retornamos de Natal onde assistimos à diplomação de 23 novos caçadores e pudemos verificar, mais uma vez, toda a vibração e orgulho de jovens em pertencer à elite da nossa Força Aérea, e mais do que isso, em preservar nossas tradições nascidas nos campos de batalha da Itália.

Comungamos com você o mesmo sentimento, entretanto, como diria o filósofo, “orai e vigiai”!

Nesse sentido é que entra a manifestação do Maj Ronconi. O fórum da Associação é um espaço aberto para que nossos caçadores possam, livremente, manifestar suas idéias a respeito de qualquer assunto relativo à nossa Força Aérea e, em particular, à nossa aviação de caça. Não há qualquer tipo de censura, nós até incentivamos tais manifestações, entretanto, não necessariamente, a Diretoria da Abra-pc divide com o autor a mesma opinião. Somos da opinião de que do contraditório é que se aperfeiçoam as organizações e, pelo visto, o artigo do Maj Ronconi atingiu o objetivo de refletirmos um pouco sobre aquilo que somos e aonde pretendemos chegar

Uma vez mais muito grato pela sua mensagem e aguardamos novas contribuições da sua parte e de seus colegas caçadores de turma.

  

4 - CORRESPONDÊNCIA ELETRÔNICA RECEBIDA(2) :

Recebemos do Cel Av R1 Kauffman a seguinte correspondência:

Amigo Lorenzo,

Hoje, uma noite do mais puro breu e três dias antes de mais um aniversário do 1o Grupo de Aviação de Caça, o trabalho obriga-me novamente a viajar e a faltar, portanto, a mais uma oportunidade, talvez a última desse ano, de como você bem diz, renovar as baterias no convívio com pilotos de caça, atuais e do passado, cantando o “Afinal” e dividindo quem sabe um Monte Cristo e um Glemorange no Bar do Grupo.

Confortavelmente instalado numa das inúmeras poltronas do Boeing, ouvindo a coloratura de Anna Netrebko e sorvendo um honesto Pinot Noir Sul Africano, que a comissária (infelizmente como eu, já avançada em anos!) insiste em servir, minha mente inquieta deriva após a decolagem para o céu de Santa Cruz, onde certamente algum jovem piloto de caça estará nesse exato momento cumprindo a “Subida Pose” (ainda existe?), desconfortavelmente feliz, na nacele do “velho” Tigre, para mais uma corriqueira noite de trabalho.

Sendo um elemento, será talvez o Jambock Azul ou o Pif-Paf de Espadas, como fomos uma vez eu e outros tantos melhores que me antecederam, desde a forja do Avestruz na Campanha da Itália.

Imaginando-me esse jovem oficial, formado nos mais exigentes padrões, vejo-me atento ao ala, à potência dos motores, à luz baça dos instrumentos, ao altímetro que gira sem parar, ao “estrondo” do auto-balance desarmando, ao papo rádio com Taba ou Thor, e principalmente ao imenso universo lá fora, que se faz por certo presente, seja nas luzes compactas das outrora separadas cidades do vale do Paraíba, ou nas eventuais estrelas cadentes que teimam em riscar o topo do canopi.

Vejo-me ainda executando uma missão de interceptação, grudado no plot do radar e cumprindo uma curva de conversão, perfeita como só bons pilotos de caça podem produzir. A descida passaria a exigir maior atenção ao procedimento por instrumentos, um olho no ala e outro na carta, em meio à densa cerração, que o Rego Boabaid chamava de “baba de bode” e que garantia que em algumas “madrugas” podia mesmo ser “varrida com vassoura” na cabeceira da 04 (que até já virou 05!), tamanha a consistência.

O trabalho conjunto com o operador do PAR (“a partir desse momento não repita mais minhas instruções. Na rampa e no eixo...”) ajudar-me-ia a pousar as garças suavemente no concreto e a deslizar controladamente até o estacionamento, onde as dóceis aves de rapina passariam às competentes mãos do Rodrigão, Décio, Nelsinho e tantos outros graduados da mesma categoria, classe “A”. Suado, as endorfinas em alta e, sobretudo, com a sensação do dever cumprido, eu caminharia arrogantemente (do orgulho, vem minha arrogância!) de volta ao Grupo, cruzando desapercebidamente no breu da noite com Limatão, Berthier, Carvalho Jr., Fleury, Alonso, Naumann e tantos outros que por ali deram a vida em troca do mesmo ideal.

No Albergo Neptuno, dormiria enfim o sono dos justos, se o Ramos Tradição não teimasse em comentar as conquistas amorosas do dia ou o Baptista Mãozinha não recebesse o espírito do Dr. Fritz no meio da noite...

Salve a Aviação de Caça, que sempre representará o melhor de nós mesmos! Salve o espírito do 1o Grupo de Caça, que jamais deixará de existir enquanto um velho caçador (pô, realizei de repente que quando eu conheci o Rocha ele tinha a minha idade atual!!!), mesmo à distância, humildemente levantar seu copo em homenagem aos jovens pilotos de caça que bravamente dão continuidade a nossa missão de defender o Brasil nos céus.

A La Chasse, Bordel! Mãozinha, no céu! Senta a Púa, Brasil!Um abraço a todos do amigo e tomem uma por mim,

Flávio C. Kauffman – Cel Av R1
Piloto de Caça – Turma de 1978

 

5 - DEMONSTRATIVO FINANCEIRO RESUMIDO :

      SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009

Conta Corrente (Banco Real)

R$ 18.33725

Fundos ABRA-PC (DI-Supremo)

R$ 26.35492

Sub-total recursos ABRA-PC

R$ 44.69217

      FUNDOS ESPECIAIS (*)

Desenvolv. Cult. da Av. de Caça

R$ 1.98654

Prêmio Pacau

R$ 56.27532

      MÉDIAS DE RECEITAS DE 2009

Média anual (jan/dez 09)

R$ 7.36775

      MÉDIAS DE DESPESAS

Custeio

R$ 3.51741

Eventuais

R$ 9.72047

(*) A origem desses recursos deve-se à doação de cem mil reais, feita pelo Brig. Magalhães-Motta à Associação Brasileira de Pilotos de Caça.


 

 

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